As vezes mesmo com o coração aos pedaços
encostava o corpo ao muro dos dias
respirava a brisa ligeira da esperança
e guiada pelo instinto de sentir
continuava!
Havia de levantar-se sempre
Havia de olhar o amanhã com olhos azulados
espelhando mar.
Havia de sentir na pele exposta ao sol
o suave toque dos amanheceres
primaveris.
São Gonçalves.
O silencioso canto das aves migratórias
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Foto-Dascha friédlovà
Sentir-se diferente não era o que lhe transformava os dias.
Sentia-se diferente porque pintava na alma as dores
demistificava os medos em palavras arrancadas a uma tela
colorida.
Era a metamorphose nas palavras que desenhava
o vinculo permanente que diariamente fixava
nas dobras dos dias
Sentia-se diferente porque não tinha medo da luz clara da manhã
onde como uma flor desabrochava para o mundo.
São Gonçalves.
Sentir-se diferente não era o que lhe transformava os dias.
Sentia-se diferente porque pintava na alma as dores
demistificava os medos em palavras arrancadas a uma tela
colorida.
Era a metamorphose nas palavras que desenhava
o vinculo permanente que diariamente fixava
nas dobras dos dias
Sentia-se diferente porque não tinha medo da luz clara da manhã
onde como uma flor desabrochava para o mundo.
São Gonçalves.
Ainda não aprendera todos os mistérios do silencio
ainda rasgava a dor nos recantos dos lábios
e nas horas que passava ,escondia o rosto
não para que não a vissem,mas para que não
lhe lessem nas entrelinhas do olhar
o desencanto das horas sem fim.
Haveria de esperar a luz brilhante incendiar-se
nas gotículas de suor...haveria de se sentir viva
na palavras que descrevia uma dor.
São Gonçalves
ainda rasgava a dor nos recantos dos lábios
e nas horas que passava ,escondia o rosto
não para que não a vissem,mas para que não
lhe lessem nas entrelinhas do olhar
o desencanto das horas sem fim.
Haveria de esperar a luz brilhante incendiar-se
nas gotículas de suor...haveria de se sentir viva
na palavras que descrevia uma dor.
São Gonçalves
A casa demasiado pequena para conter as palavras
as sombras que pairavam pelas paredes
inquieta corria para a janela
e esperava.
Seria o tempo de espera um antidote para o dessassossego
e a luz do sol a resposta que traziam os ventos
na direcção do seu rosto
agora ausente das sombras interiores.
São Gonçalves.
as sombras que pairavam pelas paredes
inquieta corria para a janela
e esperava.
Seria o tempo de espera um antidote para o dessassossego
e a luz do sol a resposta que traziam os ventos
na direcção do seu rosto
agora ausente das sombras interiores.
São Gonçalves.
Dos sonhos acalentados no interior da alma
ainda guardava resquícios leves
que suavemente lhe acariciavam o rosto.
Eram pequenas coisas,pequenos sentires
segredos guardados no interior do coração
de sentimentos mitigados...
haveria de guardar a nostalgia em cofres de veludo
para sentir o suave cântico dos pássaros feridos.
São Gonçalves
ainda guardava resquícios leves
que suavemente lhe acariciavam o rosto.
Eram pequenas coisas,pequenos sentires
segredos guardados no interior do coração
de sentimentos mitigados...
haveria de guardar a nostalgia em cofres de veludo
para sentir o suave cântico dos pássaros feridos.
São Gonçalves
domingo, 14 de abril de 2013
Poderia não sentir o peso do mundo na sua constante mutação.
Não queria sentir a dor que lhe desfigurava o sentir e os sentidos.
... Fechava os olhos e contemplava o interior
seria ali que se refugiaria das constantes tempestades
das grande solidões.
Seria ali a força avassaladora das noites escuras e frias.
São Gonçalves.
Não queria sentir a dor que lhe desfigurava o sentir e os sentidos.
... Fechava os olhos e contemplava o interior
seria ali que se refugiaria das constantes tempestades
das grande solidões.
Seria ali a força avassaladora das noites escuras e frias.
São Gonçalves.
Sonha o tempo futuro e esquece as pétalas perdidas no chão da vida.
Esquece emfim as pétalas que jazem no chão do esquecimento,
abre o olhos e respira a melodia do dia seguinte.
...
Respira os gestos que te tocam a alma
e sente a caricia suave do novo amanhecer.
Saberás de que são feitos os silêncios e a presença cativa
dos que na distancia ainda te guardam no coração.
São Gonçalves.
Esquece emfim as pétalas que jazem no chão do esquecimento,
abre o olhos e respira a melodia do dia seguinte.
...
Respira os gestos que te tocam a alma
e sente a caricia suave do novo amanhecer.
Saberás de que são feitos os silêncios e a presença cativa
dos que na distancia ainda te guardam no coração.
São Gonçalves.
Contemplava a luz do outro lado da janela.
Timidamente esperava a caricia do sol
e a vertigem do momento silenciado
...
era agora uma sombra ajeitando-se ao momento
presente.
De olhos fechados sentia o mundo ao redor
e sabia-se conhecedora das batalhas vencidas
Timidamente esperava a caricia do sol
e a vertigem do momento silenciado
...
era agora uma sombra ajeitando-se ao momento
presente.
De olhos fechados sentia o mundo ao redor
e sabia-se conhecedora das batalhas vencidas
Poderia temer as avalanches silenciosas do destino
mas agora ,agora saboreava a doce caricia
da paz reencontrada.
São Gonçalves
mas agora ,agora saboreava a doce caricia
da paz reencontrada.
São Gonçalves
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