O silencioso canto das aves migratórias
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domingo, 22 de novembro de 2020
Nem sempre é fácil descodificar os sinais do cosmos, a mensagem dos deuses desenhada na imensidão do espaço.Contemplo as nuvens escuras, mensagens míticas da desesperança e da tormenta.
E na imensa massa escura uma luz clara desenhada a horizonte, a focalização da transcendência do universo.
A viagem silente ao espaço da plenitude, de paz. A força cósmica do divino!
quarta-feira, 10 de julho de 2019
terça-feira, 14 de março de 2017
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Nem sempre é tão fácil descodificar os sinais do cosmos, a mensagem dos deuses, desenhada na imensidão do espaço.
Contemplo, olho, nuvens escuras , mensagens míticas da desesperança.
E na imensa massa escura, uma luz clara desenhada a horizonte, trasporta -me ao silente mundo da luz, ao imenso momento de plenitude precária e efémera ..
São Gonçalves
Foto - Edite Melo.
Contemplo, olho, nuvens escuras , mensagens míticas da desesperança.
E na imensa massa escura, uma luz clara desenhada a horizonte, trasporta -me ao silente mundo da luz, ao imenso momento de plenitude precária e efémera ..
São Gonçalves
Foto - Edite Melo.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Era sempre ali que se sentava
no coração da casa
...
no coração da casa
...
no silêncio apaziguador
do momento.
Olhava a luz que timidamente
a iluminava,os odores da serra
e a cor que no canto esperava.
Não saberia explicar porquê
de hoje pintar a luz
a luz intensa que sobressaia
na tela em fecundação
Era o inicio,o começo
de mais uma aventura
e a luz,sempre a luz
a teimar ficar ali.
A aconchegar-lhe o pensamento
a transformar o pensamento
a emoção da vida
o momento magico
da descoberta.
Era sempre ali no coração da casa
que nascia um mundo
de novas pinceladas
rasgos de silêncios
ou a marca da paixão.
São Gonçalves
do momento.
Olhava a luz que timidamente
a iluminava,os odores da serra
e a cor que no canto esperava.
Não saberia explicar porquê
de hoje pintar a luz
a luz intensa que sobressaia
na tela em fecundação
Era o inicio,o começo
de mais uma aventura
e a luz,sempre a luz
a teimar ficar ali.
A aconchegar-lhe o pensamento
a transformar o pensamento
a emoção da vida
o momento magico
da descoberta.
Era sempre ali no coração da casa
que nascia um mundo
de novas pinceladas
rasgos de silêncios
ou a marca da paixão.
São Gonçalves
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Assola-me esta vontade de silêncio na passagem dos dias,das horas que me abrigam os medos.
Arrumo as palavras ,as minhas e as tuas em frases invisíveis que um dia irei descrever.
Neste nosso mundo,esqueço as luzes intensas que nos ferem o olhar
São tão mais belas as sombras onde te vejo caminhar...
...
Silhuetas de um mundo que trago no peito,cores enaltecendo o interior divino,,preces murmuradas no silêncio do entardecer mítico.
Sonho um sonho de nuances raras,vultos vagueando na timidez das estrelas.
A luz ,a escuridão ,a cor vagueando nas paredes vazias,vozes perturbando as minhas palavras,silenciosas,arrancadas na linha ténue de um vocabulário expressivo que roubo a mundo fantasiado e puro.
Olho o céu quero fugir a esta mudez que me altera os dias....
Mas fico-me pela visão de um tempo entre a palavra e o silencio
entre a resignação e a esperança.
Será talvez esta melodia que trago no peito,esta visão de um mundo que abriga as tardes ,caminhando nas margens de um rio mítico e secular,espelho de outras vidas onde um dia irei despertar....
Mitigo as horas que passam,olho na linha do horizonte e sorrio as sombras que protegem das luzes intensas...
São Gonçalves.
Arrumo as palavras ,as minhas e as tuas em frases invisíveis que um dia irei descrever.
Neste nosso mundo,esqueço as luzes intensas que nos ferem o olhar
São tão mais belas as sombras onde te vejo caminhar...
...
Silhuetas de um mundo que trago no peito,cores enaltecendo o interior divino,,preces murmuradas no silêncio do entardecer mítico.
Sonho um sonho de nuances raras,vultos vagueando na timidez das estrelas.
A luz ,a escuridão ,a cor vagueando nas paredes vazias,vozes perturbando as minhas palavras,silenciosas,arrancadas na linha ténue de um vocabulário expressivo que roubo a mundo fantasiado e puro.
Olho o céu quero fugir a esta mudez que me altera os dias....
Mas fico-me pela visão de um tempo entre a palavra e o silencio
entre a resignação e a esperança.
Será talvez esta melodia que trago no peito,esta visão de um mundo que abriga as tardes ,caminhando nas margens de um rio mítico e secular,espelho de outras vidas onde um dia irei despertar....
Mitigo as horas que passam,olho na linha do horizonte e sorrio as sombras que protegem das luzes intensas...
São Gonçalves.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
As vezes sentia-se assim uma luz fosca de fim de tarde a cavalgar por entre os troncos,gigantes avassaladores,impedindo a claridade de circular.
Não eram os dias que eram cinzentos,era vida ,a teimosa corrida do tempo a ar...rancar-lhe dos olhos a coragem.
Nestes fim de tarde,sentia-se exausta.Ah,se ao menos pudesse arrancar de dentro de si a coragem dos dias quentes de sol.
A vivacidade das plantas quando brotam a terra nas longas manhãs de primavera.Não sentia a estação das chuvas a aproximar-se,não,,as longas tardes ainda a embalavam naquela ternura temperada ,e o olhar apesar de cansado ainda brilhava...
Sentia as sombras apoderar-se de mansinho do corpo,da mente,afastava-as,mas elas ali estavam imperativas austeras...impiedosas.
Com passos lentos corria por entre o passado ,o presente ,e o futuro,as vezes nem estas frinchas luminosas resgatadas das clareiras serviam para lhe alegrar o rosto...e lutava.....lutava numa luta desigual...e no fim,exausta ,olhava o céu....os raios cintilantes...e caminhava....
Não eram os dias que eram cinzentos,era vida ,a teimosa corrida do tempo a ar...rancar-lhe dos olhos a coragem.
Nestes fim de tarde,sentia-se exausta.Ah,se ao menos pudesse arrancar de dentro de si a coragem dos dias quentes de sol.
A vivacidade das plantas quando brotam a terra nas longas manhãs de primavera.Não sentia a estação das chuvas a aproximar-se,não,,as longas tardes ainda a embalavam naquela ternura temperada ,e o olhar apesar de cansado ainda brilhava...
Sentia as sombras apoderar-se de mansinho do corpo,da mente,afastava-as,mas elas ali estavam imperativas austeras...impiedosas.
Com passos lentos corria por entre o passado ,o presente ,e o futuro,as vezes nem estas frinchas luminosas resgatadas das clareiras serviam para lhe alegrar o rosto...e lutava.....lutava numa luta desigual...e no fim,exausta ,olhava o céu....os raios cintilantes...e caminhava....
domingo, 24 de junho de 2012
A ternura veste-se na manhã de cor sóbrias
entre um sorriso aberto e um olhar doce
dois mundos distantes ,aproximam-se
numa química perfeita,imaterial
na doçura,no encanto
na luz unica de ser
a magia num único universo
onde os temores se escondem
nas linhas ausentes
na candura visivel
na deslumbrante inocência
do olhar de criança.
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