De que vale saber o significado de mil coisas
se é na infinita partícula de nós
que o sentimento se instala,e traz aquela plenitude ansiada.
De que serve navegar em barcos de grande porte
se é nas pequenas embarcações que descansamos a alma.
De que serve correr por caminhos atapetados de flores exóticas
se é nos odores das flores silvestres que encontramos a calma.
De que serve?
De que serve rasgar o corpo com finas laminas de angustia
de que serve a cor do mar e do céu?
De que serve este vazio de tudo,vazio das coisa que não fazem falta
vazio de sons que ensurdecem o caminho?
De que serve ganhar
de que serve perder?
Apenas serve este sentimento inequivoco de Ser
um pouco de tudo,e muito de nada.
São Gonçalves.
O silencioso canto das aves migratórias
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Milagre é existirmos, tudo o resto são possibilidades...Jc Jc Patrão
...e quando a existência é com céu azul e cores sobrevoando o espaço as possibilidades multiplicam-se...
São Gonçalves
...e quando a existência é com céu azul e cores sobrevoando o espaço as possibilidades multiplicam-se...
São Gonçalves
Adentra-se a noite no peito,a sombra da sagaz memória
a pele colada à alma,tão tua,tão minha.
O desejo (in)contido na maciez da epiderme
a chuva estrelar beijando o rosto.
Dizia-te perdida na noite
quando silenciosa albergavas estranhas melancolias
dizia-te sedenta de vida ,furacão rasgando a noite...
estrela cadente anunciando os trilhos da luz.
São Gonçalves.
a pele colada à alma,tão tua,tão minha.
O desejo (in)contido na maciez da epiderme
a chuva estrelar beijando o rosto.
Dizia-te perdida na noite
quando silenciosa albergavas estranhas melancolias
dizia-te sedenta de vida ,furacão rasgando a noite...
estrela cadente anunciando os trilhos da luz.
São Gonçalves.
domingo, 20 de outubro de 2013
Foto-Ana Souto Matos.
" não deixes o tempo fugir entre os dedos... abre as mãos e deixa que os pássaros chilreiem... "
Ana Souto Matos.
Do tempo que vai do tempo que vem
como uma canção de embalar
traduzo em palavras os medos
a ânsia de viver,a ânsia de amar
as mãos que afagam as eternas conquistas
o rosto das horas,a inocência dos dias
a magia de encontrar nelas a voz
os sons do mundo
a capacidade rara de soletrar a invisibilidade
a ternura doce das aves.
Abro as mãos e aconchego nelas as memórias
as mesma que me ensinaste a afagar
lembras-te ?
Não deixes as memórias fugir
aconchegas-as no teu coração
e eu repeti esta frase vezes sem conta
como se no aconchego
os pássaros feridos,cantassem uma melodia
inesquecivel .
São Gonçalves.
" não deixes o tempo fugir entre os dedos... abre as mãos e deixa que os pássaros chilreiem... "
Ana Souto Matos.
Do tempo que vai do tempo que vem
como uma canção de embalar
traduzo em palavras os medos
a ânsia de viver,a ânsia de amar
as mãos que afagam as eternas conquistas
o rosto das horas,a inocência dos dias
a magia de encontrar nelas a voz
os sons do mundo
a capacidade rara de soletrar a invisibilidade
a ternura doce das aves.
Abro as mãos e aconchego nelas as memórias
as mesma que me ensinaste a afagar
lembras-te ?
Não deixes as memórias fugir
aconchegas-as no teu coração
e eu repeti esta frase vezes sem conta
como se no aconchego
os pássaros feridos,cantassem uma melodia
inesquecivel .
São Gonçalves.
Não vou deixar o tempo fugir nos intervalos dos meus dedos,
a ternura esquecer-se na penumbra do fim de tarde
quando a noite se adentra no meu corpo exausto.
A sede das ausências cortam a pele
rasgos feitos numa fineza invisível e cruel.
Não me quero cingir a esta imensidão de temores
albergados no fundo do olhar.
As ruas repletas de gente apressada
lembram-me as imensas obrigações diárias.
Mas eu gosto das horas tardias
onde o sossego da noite se instala
nas vielas do meu corpo.
Rasgos de noite,rasgos de luz estrelares
iluminando o meu olhar entristecido dos dias.
Entrego-me liberta a esta nostalgia fina
que que encontro na melodia temporal.
Aconchego os desejos da espera
num só sorriso redentor...
abraço-te enfim..e renasço.
São Gonçalves.
a ternura esquecer-se na penumbra do fim de tarde
quando a noite se adentra no meu corpo exausto.
A sede das ausências cortam a pele
rasgos feitos numa fineza invisível e cruel.
Não me quero cingir a esta imensidão de temores
albergados no fundo do olhar.
As ruas repletas de gente apressada
lembram-me as imensas obrigações diárias.
Mas eu gosto das horas tardias
onde o sossego da noite se instala
nas vielas do meu corpo.
Rasgos de noite,rasgos de luz estrelares
iluminando o meu olhar entristecido dos dias.
Entrego-me liberta a esta nostalgia fina
que que encontro na melodia temporal.
Aconchego os desejos da espera
num só sorriso redentor...
abraço-te enfim..e renasço.
São Gonçalves.
Tela-Edite Melo
De que sonhos me falas no silêncio da noite
de que terra me segredas nesse timbre feminino.
de que réstia,de que luz...
De que magoa escondes no peito
e teimas em me querer dizer
de que vida,de que morte...
De que espaço te perdes
de que estrela do amanhecer te encontras
de que astros ,de que galáxias...
De que corpo te vestes
quando te desfazes em cinza
na tua alma de mulher...
São Gonçalves.
De que sonhos me falas no silêncio da noite
de que terra me segredas nesse timbre feminino.
de que réstia,de que luz...
De que magoa escondes no peito
e teimas em me querer dizer
de que vida,de que morte...
De que espaço te perdes
de que estrela do amanhecer te encontras
de que astros ,de que galáxias...
De que corpo te vestes
quando te desfazes em cinza
na tua alma de mulher...
São Gonçalves.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






